
Assistimos a um grave retrocesso na atenção aos usuários. Esses retrocessos também atingem os profissionais, quando o município insiste nas contratações precárias, no investimento de fachada e na “higienização” dos espaços públicos. Onde deveria haver infraestrutura de cuidado, vemos por parte de setores um retorno à lógica manicomial.
